quarta-feira, 29 de agosto de 2012


Vou começar do zero, do princípio não tem fim, e do início não tem começo.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012


Uma lagrima cai numa folha de papel, uma mancha abre-se em torno das letras, deixando-as embaciadas, escuras, sem as poder ler. As letras lutam umas com as outras, travessando-se em exclamações, empurram-se deixando tudo reticente. O papel rasga. O vento sopra e a folha voa, que em pedaços se dispersa...

sábado, 25 de agosto de 2012

“A vida humana é feita de escolhas. Sim ou não. Entrar ou sair. Subir ou descer. Mas também há as escolhas que fazem a diferença. Amar ou odiar. Ser um herói ou um covarde. Lutar ou desistir. Viver… ou Morrer." Grey's Anatomy

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Dói tanto viver!

domingo, 19 de agosto de 2012


Vibro ao pensar em ti
Choro ao pensar em ti
Sorrio ao pensar em ti
Grito ao pensar em ti
E não é por isso, que ainda gosto de ti.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O amor é algo estúpido. 
Que faz sofrer, chorar, sonhar.
 Amo-te por tudo. E odeio-te por nada. 
Fazes-me respirar e de repente sufocas-me com o teu olhar. 
Num segundo dizes que me amas. Num minuto dizes que me odeias. 
Afinal que queres tu? Se nem o teu passo acertas, e o meu queres concertar? 
Caminha ao meu lado e não há minha frente, não atrás de mim. 
Ao meu lado. 
Amo-te

terça-feira, 14 de agosto de 2012

"Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas... continuarei a escrever"
Clarice Lispector

domingo, 5 de agosto de 2012

Porque continuo a complicar o que é simples?
Porque continuo a cometer os mesmo erros?
Porque continuo a pensar da mesma forma?
 A sentir da mesma forma? 
A olhar da mesma forma?

Maldito cérebro! 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Nem tudo o que acaba recomeça
Nem tudo o que recomeça acaba
Mas nem sempre há um inicio. Só um fim.
Um fim do princípio que não reconheço
Um meio daquilo que desconheço
Olha pra mim e reconhece-me
E esquece-me num abrir e fechar de olhos.

domingo, 24 de junho de 2012

Perdida com um caminho a percorrer
Sozinha com o mundo a volta
Esquecida sem algo a lembrar
O fácil tornou-se difícil
O impossível tornou-se realidade
A vontade de ir deixou-se levar
Como o vento que esvoaça sem perdão nem piedade
Sem ritmo sem cor
Perdida sem saber
Escolhas fáceis que se tornam difíceis
Sonhos cruéis
E agora?
O coração acelera sem tempo nem demora. 
A vontade de fugir, que voltou a surgir.