Esqueci-me de como se escreve, como se lê. Esqueci-me de
como se sorri para a vida, como se ama. Esqueci-me de tudo, menos do passado,
do presente e do futuro. Esqueci-me de como se sorri, esqueci-me daquelas
gargalhadas bem fortes, que faziam doer a barriga e ter vontade de rolar pelo chão
a rir, com as lágrimas a escorrer de felicidade. Esqueci-me como se ama, a mim,
e ao meu redor. Esqueci-me de como se dá valor a vida, e ao mundo. Esqueci-me
de tudo. Menos da dor, a dor, esta, sempre presente, essa não me larga, quer
estar comigo, em todos os momentos, em tudo o que faço ou digo, essa não me
larga, virou a minha melhor amiga, a dor. Entretanto esqueço-me, e deligo de
vez a máquina da vida.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Tenho mesmo saudades, daquele vento na cara, daquele
friozinho na barriga, daquela vontade enorme de viver. Daquele brilho nos
olhos, do tremor das mãos, e das pernas enfraquecidas. Que me faziam cambalear,
a ao mesmo tempo acelerar, por tudo. Como se não houvesse ninguém, como se nada
mais existisse, e mesmo assim eu seguia, com toda a força e energia. Tenho saudades...
domingo, 14 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
domingo, 24 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
O céu abre-se, em torno do sol, que me encadeia de tal
forma, sem conseguir ver, tão quente, que o sangue seca nas veias,
evaporando, pensamentos perdidos, palavras perdidas, contos feitos, e agora? O
meu escudo quebrou. Fiquei sem pele. Sem sangue. E agora? Como sobrevivo, a
esse sol quente, constante...
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