sexta-feira, 18 de maio de 2012

Vou tentar ser simples, mesmo quando tudo parecer estranho, inquieto, anormal.
Vou tentar ser diferente, mesmo quando não houver volta a dar, sem curvas a pensar.
Vou tentar fazer aquilo que nunca fiz, mesmo quando a esperança estiver fraca, mesmo que os músculos fraquejam sem ar, sem respirar.

domingo, 13 de maio de 2012

Se não sorrires pra vida, ela não vai sorrir pra ti!

sábado, 21 de abril de 2012

A vida resume-se em duas palavras: vitórias e derrotas.

domingo, 8 de abril de 2012

Há aquela música que passa despercebida, que nos toca profundamente, nos faz recordar de mil e uma coisas, boas, más, muito boas, menos boas. Arrepiam pensamentos, sentem-se desejos indefinidos numa constante imprópria. Pra quê complicar, quando tudo pode ser simples, quando tudo pode ser mágico. Quando tudo pode ser diferente. Quando tudo num simples acto se definia? As regras existem pra serem quebradas, mais uma vez digo. Mas muitas vezes
 não as podemos quebrar, a não ser, a nós próprios. 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Pensei que tudo estivesse perdido
Tudo esquecido
Todas as portas fechadas
Janelas? Nem as via
Hoje via-as 
Hoje chorei de alegria
Que o hoje seja melhor que o ontem
E o amanhã ainda melhor que hoje!!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Vou pintar uma tela, com cores imperdoáveis, com tons esquecidos, com sonhos apagados. Mas no meio, uma cor bem forte a distinguir as tonalidades.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Não sei porque contínuo à espera do teu olhar, do teu suspirar, do brilho do teu olhar, o teu modo de falar, o jeito do teu andar. Não me mereces, eu não te mereço. Vou mudar de capítulo. Não de página, nessa já eu escrevi “fim”. Mesmo que demore, que leve o tempo que for preciso, mas um dia vou deixar essa página, não vou mais relê-la, não vou mais ter essa imagem, essas palavras, esses gestos, no meu pensamento. Espero que não demore muito. Pois tempo é algo que não tenho. E a espera é perturbadora. Tu vais deixar de existir, como eu deixei de existir pra ti.


terça-feira, 13 de março de 2012

Só quem passa pela mesma linha, se contorna ao seu corpo, percebe. A textura pode ser diferente, o sabor pode ser estranho. Mas a linha será sempre contornada de igual forma.

segunda-feira, 12 de março de 2012

A cortina abre. A plateia levanta-se, batem palmas num ritmo único e constante. A peça começa.

Ouve-se o som do coração, acelerado. Os olhos abrem-se, sente-se o perfume no ar, o primeiro som, a primeira fala, uma gargalhada, um choro. Tudo é perfeito. É a vida a começar. À medida que se caminha, tudo se vai complicado, como um jogo, com níveis, objetivos, e no fim o seu prémio! Encontram-se pedras, umas grandes outras pequenas, umas se contornam outras passam-se por cima, outras, volta-se atrás, pra perguntar o caminho. Esse que ninguém sabe. Apenas nós mesmos. Uns complicam, outros não querem saber. Portas fecham, janelas abrem-se, umas mais perras do que outras. Paragens com tropeços, o cansaço é demasiado. Sento-me. Preciso de ouvir alguém. Que grite por mim. Que me indique caminho, por mais que não o saiba. Só nós mesmos sabemos o caminho. Erramos. Voltamos atrás. Pra perceber onde falhamos. Não encontramos respostas. Não percebo. E agora? Sigo em frente? Mas por onde? Qual é o caminho? Ninguém sabe. Apenas nós mesmo. E Deus. Segundo dizem ter o nosso caminho escrito ainda no ventre da nossa mãe. Sim. Quero acreditar que sim. E no fim terei o meu prémio. 

A cortina fecha. A plateia sem ar de si, permanece, ingerindo todas as palavras que acabara de ouvir. Perguntando-se se terá acabado. Como quem não quer acreditar no que ouviu. No que sentiu. Pensamentos, lembranças. Que invadem a mente. "E se for tarde de mais?"

"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos" - Charles Chaplin

A peça acaba.

sábado, 3 de março de 2012

 Divagado à deriva no mar, onde as rosas sem espinhos atracam num cume sem fim. Largos passos de perna curta, ensaiados entre si, dão um passo de cada vez.  Num sol aberto, cujas nuvens tapam  de inveja, paredes entre si. Cujas sem nome se identificam. Por alguém ser ou não ser, um livro aberto sem se ver.