Não gosto do som, não gosto da cor, não gosto do cheiro. Por
mais que tente não consigo deixar de ser quem sou. Posso gostar, por alguns
segundos, mas rapidamente fogem, pra um lugar escuro, de onde só quero fugir. Arrependo-me
de tudo o que não fiz. E que podia ter feito. Mas também se o tivesse feito, não
tinha aquilo que tenho agora. Ou não tinha apreendido o que aprendi até agora. E
mesmo assim não me sinto satisfeita. Quero mais. Muito mais. Mas preciso gostar
de mim. Sempre. E não uns segundos. Segundos que por vezes se tornam em
minutos, que originam longas horas. E o tempo não pára. E o amanhã pode ser
tarde demais.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Já não e a primeira vez que me entras pela porta a gritar,
como se não houvesse amanhã! Porque só pensas no momento, no agora, não pensas
no que há antes nem depois. Não pensas no que eu penso, naquilo que eu sinto,
ou que gostaria de sentir. Só pensas em ti, e só em ti. Pára de fazer isso! Afasta-te
de vez, deixa-me sozinha. Prefiro isso, do que penses só no momento, e não no
amanha. O meu amanhã pode ser tarde de mais.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Tudo se desmoronou, fiquei sem chão, faltou-me o ar, gritei e chorei, implorei, e nada, todos dizem que é real, e eu apenas não acredito, não quero acreditar. E agora? Como paro o sangue? Que não para de escorrer do meu coração? Como seguro as lágrimas? Que tanto querem escorrer pela a face.
Dói demais, saber que nunca mais te vou ver, que nunca mais te vou abraçar, que nunca mais te vou ter ao pé de mim, que nunca mais vais chamar o meu nome. Dói demais. Amo-te
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
Eu não sei o que é, como é, de que cor é, que sabor tem. Só
ouvi falar. Dizem que é bom, que sabe bem, que tem umas cores bem quentes, e ao
mesmo tempo umas frias. Mas que é bom. Que é algo fora do normal, fora do
comum, e que nem sempre se apanha do mesmo jeito. Dizem que tudo se completa
com isso. Todos ficam mais fortes, mais vivaços, riem mais, e dão mais valor à
vida. Mas eu não sei. Não conheço. Só ouvi falar. Eu já vi por perto, mas não me
quis agarrar. E eu também não corri….
domingo, 11 de novembro de 2012
Levaste-me o ar
Que me congelou os pulmões
E saís-te sem pensar
Sem me dar mil e uma razões!
Aquece e esquece
Que eu de ti
Não te levo à prece
O gelo derreteu com o fósforo que tu me deste
Deixas-me a pensar
Na forma do teu olhar
Na tua maneira de falar
E o teu jeito de ficar
Amo-te por tudo aquilo que me deste
E não por tudo aquilo que me fizeste
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
O tempo passou, os aromas mudaram, as cores mudaram, os cheiros
mudaram. A música mudou, mas a melodia é a mesma. A sombra iluminou-se e deixou-se apagar várias vezes. O céu brilhou e ficou sem estrelas, sem luz.
Insistes em perseguir-me.
Persegues-me de todas as maneiras e feitios, e eu não quero.
Alguns problemas resolveram-se, e outros apareceram. Porquê?
Porquê assim? Pra quê resolver uns se outros aparecem?
A mesma estrada o mesmo caminho, tentando tirar cada pedra do caminho, dando cada curva, e não atravessando.
Fez UM ano, que comecei a escrever o blog, obrigado a todas
as pessoas que me acompanham diariamente, por todo o mundo, o meu muito
obrigado, afinal não a sou a única, que pensa que “o mundo é perfeito, eu é que
não sou”.
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