domingo, 24 de junho de 2012

Perdida com um caminho a percorrer
Sozinha com o mundo a volta
Esquecida sem algo a lembrar
O fácil tornou-se difícil
O impossível tornou-se realidade
A vontade de ir deixou-se levar
Como o vento que esvoaça sem perdão nem piedade
Sem ritmo sem cor
Perdida sem saber
Escolhas fáceis que se tornam difíceis
Sonhos cruéis
E agora?
O coração acelera sem tempo nem demora. 
A vontade de fugir, que voltou a surgir.

sábado, 16 de junho de 2012

Saudades
Porque foste embora?
Porque me deixas-te sozinha?
Preciso tanto de ti!
Sinto tanto a tua falta
Olho ao meu redor e tudo me faz lembrar de ti!
Saudades dos teus abraços bem apertados e quentes.
Saudades do teu sorriso, das tuas gargalhadas altas e contagiosas.
Por mais tempo que passe, é impossível esquecer-te
É impossível não chorar, ao recordar-me de ti
Momentos importantes passam, e tu não estas ao meu lado.
Preciso de ti!
Se soubesse que resultaria, gritaria por ti, até que a minha voz se apagasse, até que a minha garganta sangrasse, gritaria por ti, mesmo já sem voz, se soubesse que o tempo voltaria pa trás, só para te ver mais uma vez, só para te abraçar mais uma vez, só para te dizer que te amava, mais uma vez.
Amo-te para todo o sempre!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O teu olhar que me faz suspirar
O teu sorriso que me faz encantar
O teu brilho que me faz iluminar
E tudo isto sem me tocares

Sentimento estranho, que se entranha.
Sentimento quente, sem que rebente.

Estranho? Será sempre.
Confuso? Será sempre.
Também se não o fosse, nada teria piada.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Vou tentar ser simples, mesmo quando tudo parecer estranho, inquieto, anormal.
Vou tentar ser diferente, mesmo quando não houver volta a dar, sem curvas a pensar.
Vou tentar fazer aquilo que nunca fiz, mesmo quando a esperança estiver fraca, mesmo que os músculos fraquejam sem ar, sem respirar.

domingo, 13 de maio de 2012

Se não sorrires pra vida, ela não vai sorrir pra ti!

sábado, 21 de abril de 2012

A vida resume-se em duas palavras: vitórias e derrotas.

domingo, 8 de abril de 2012

Há aquela música que passa despercebida, que nos toca profundamente, nos faz recordar de mil e uma coisas, boas, más, muito boas, menos boas. Arrepiam pensamentos, sentem-se desejos indefinidos numa constante imprópria. Pra quê complicar, quando tudo pode ser simples, quando tudo pode ser mágico. Quando tudo pode ser diferente. Quando tudo num simples acto se definia? As regras existem pra serem quebradas, mais uma vez digo. Mas muitas vezes
 não as podemos quebrar, a não ser, a nós próprios. 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Pensei que tudo estivesse perdido
Tudo esquecido
Todas as portas fechadas
Janelas? Nem as via
Hoje via-as 
Hoje chorei de alegria
Que o hoje seja melhor que o ontem
E o amanhã ainda melhor que hoje!!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Vou pintar uma tela, com cores imperdoáveis, com tons esquecidos, com sonhos apagados. Mas no meio, uma cor bem forte a distinguir as tonalidades.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Não sei porque contínuo à espera do teu olhar, do teu suspirar, do brilho do teu olhar, o teu modo de falar, o jeito do teu andar. Não me mereces, eu não te mereço. Vou mudar de capítulo. Não de página, nessa já eu escrevi “fim”. Mesmo que demore, que leve o tempo que for preciso, mas um dia vou deixar essa página, não vou mais relê-la, não vou mais ter essa imagem, essas palavras, esses gestos, no meu pensamento. Espero que não demore muito. Pois tempo é algo que não tenho. E a espera é perturbadora. Tu vais deixar de existir, como eu deixei de existir pra ti.